
A gestão sustentável dos pneus da frota da Torrestir permitiu uma poupança estimada de 693,5 toneladas de CO₂ e de 204,4 toneladas de matérias-primas em 2025, segundo uma declaração emitida pela Michelin.
O resultado está associado a práticas que prolongam a vida útil dos pneus, como a reesculturagem e a utilização de pneus recauchutados. Ao reduzir a necessidade de substituir os pneus por unidades novas, estas soluções contribuem para uma utilização mais eficiente dos recursos e para a economia circular.
Numa operação de transporte com uma frota de grande dimensão e elevada utilização, a gestão dos pneus tem impacto para além da manutenção. Aplicada em escala e nas condições adequadas de segurança e desempenho, permite prolongar o ciclo de vida deste componente e reduzir o consumo de matérias-primas.
Economia circular na operação
A gestão dos pneus integra uma estratégia mais ampla de eficiência e sustentabilidade da Torrestir, que inclui a renovação da frota, a melhoria da eficiência dos veículos, a produção de energia renovável e a formação em eco-condução.
“Numa empresa de transporte e logística, a sustentabilidade tem de estar presente nas decisões concretas da operação. A gestão dos pneus é um bom exemplo. Prolongar a sua vida útil e reutilizar recursos sempre que existem condições para o fazer permite-nos conjugar eficiência operacional com uma redução do impacto ambiental. É este trabalho, feito em diferentes áreas da empresa, que dá consistência ao nosso percurso de sustentabilidade”, afirma o Comendador Fernando Torres, fundador e presidente do Grupo Torrestir.
A Michelin atribuiu à empresa o Certificado de Gestão Sustentável de Pneus, que reconhece estas práticas e quantifica os benefícios ambientais estimados para 2025. Para o Grupo Torrestir, o resultado enquadra-se num percurso que procura reduzir a pegada ambiental e melhorar a eficiência no uso de recursos em diferentes áreas da atividade.
